segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

sapinho!

tenho um sapinho-que a cota me ofereceu( vinha junto do pequeno almoço de domingo)!

beijei o sapinho....

conclusão: exactamente como os homens...NÃO SE TRANSFORMA!

fico com ele, já me habituei...!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

questoes...

Mary: -Ana, tu já és adulta?

( há quem diga que sim, há quem diga que não)

eu:- sim, já sou!

mary: - então porquê que ainda estás a estudar?

( para continuar pequena....)

eu: - para aprender mais!

( mentir é tão feio!)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

olhe a coragem aqui!!!

1- pke k o meu blog continua em dinamarkes?
2-a burra es tu?claro que sim!
3- pke k eu ainda te aturo?
4-pke k ainda te dou credito?
5-pke k continuo aki pa te mostrar k voce sim é a futil?

cá vai:

minha kerida, o meu karto é cor-de-rosa, os cobertores já o eram, e cortinas tb!
e já estou a tentar converter tudo a preto( é um começo nao?).
o tapete que comprei para o beta, room nr 2, era azul!
logo, eu n sou assim tao paranoica!
mais...eu n tenho quedas por hello kity nem raio k se parta.
tenho paixao por algumas coisas como pijamas, e tu acabaste por te habituar a isso, tanto que ja compras algumas coisinhas jeitosas, com a minha super influencia!

agora...eu n sou de compras, mas de vex enkando é preciso, e claro k com tão boas atitudes tenho um lugar no ceu, e so n peço ao sr de cima um karto cor-de-rosa, porque estou a pensar mudar para verde agua!
ora...mas que mal tem, em ser-se boa? ter 100%, conta bancaria recheada?
e ou mto me engano ou vou ter um pc pink mto em breve!
mas kal é o problema?
pelo menos sei algumas teorias de muita coisa, o que é um poligno,abrir a janela entre tanta outra coisa. enkanto k voce ainda me supreende com duvidas caoticas!
n ha paxorra...por isso fico-me por aki....

mas amo-te.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

qual dos dois o mais enganado?

Between The Lines

Time to tell me the truth
To burden your mouth for what you say
No pieces of paper in the way
Cause i cant continue pretending to choose
The opposite sides on which we fall
The loving you laters if at all

No right minds could wrong be this many times
My memory is cruel
Im queen of attention to details
Defending intentions if he fails
Until now, he told me her name
It sounded familiar in a way
I could have sworn i'd heard him say it ten thousand times
If only i had been listening

Leave unsaid unspoken
Eyes wide shut unopened
You and me
Always between the lines

Between the linesI thought i thought i was ready to bleed
That we'd move from the shadows on the wall
And stand in the center of it all
Too late two choices to stay or to leave
Mine was so easy to uncover
He'd already left with the other

So i've learned to listen through silence
Leave unsaid unspoken
Eyes wide shut unopened
You and me be
You and me always be

I tell myself all the words he surely meant to say
I'll talk until the conversation doesn't stay on
Wait for me i'm almost ready
When he meant let go
Leave unsaid unspoken
Eyes wide shut unopened
You and me
Always be
You and me
Always between the lines

sarah bareilles

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

o lugar (quase) seguro..

Um tanto confuso como eu, com olhar de um menino que escolhe suas batalhas, desarruma os brinquedos. Pede silêncio e mistura-se na confusão…!Aquele que nunca quer ficar por dentro porque é seguro, e lá fora é a vida, o perigo, mesmo que difícil.
Que parece gostar de riscos, e calcula todos.
Mesmo que tudo não passe de uma protecção e de um desejo enorme de calar o mundo, sempre que estala o coração.
Afinal isso também acontece a quem não chora!
Pequeno e Grande ao mesmo tempo.
Capaz de pequenos gestos, com intençoes nobres, e o contrário só para não se expor.
É a capacidade de nos surpreender a cada passo, pelo bem e pelo mal, e principalmente pelo fingimento. Não acredito que o mal, neste caso, seja intencional, e ele acredita comigo mesmo quando as suas acções o contrariam.
A capacidade de ser, quando ninguém consegue, o lugar seguro!
De iludir e cativar...
De fingir que não o afecta e de nos convencer que essa é a verdade.
Sabem, quando se erra é mais fácil, não temos de justificar, assumem que não faremos nada de jeito ou de importante com a vida, não temos de fazer batota e tentar!
Basta ser o que somos, e esperar que aceitem.
Ele…. É quem desvia o olhar, procurando-o, pois nem tudo que importa pode ser visto!
Quem foge para se encontrar, mesmo que perdendo qualquer coisa!
É ainda olhar de menino, quando é um homem. E homem nesse olhar tão frágil que tenta ocultar.
É também o que se deixa ver de vez enquando, nas mais pequenas coisas, no mais imperceptível detalhe…no silêncio que ambos parecemos apreciar!
O diferente tão igual, que nos faz bater a porta bem de força, e abri-la a seguir para que entre.
O que intriga, e torna as coisas obvias...
O que me faz atenta, calculista...levando-me a questinar mil vezes:«onde já vi isto»?
Me faz sentir bem e mal por coisas disparatas.
O meu sim, e o meu nao...quando ele é sempre um talvez....
O Peter Pan dos dias de hoje, e aquele que queremos proteger, quando nos faz mal.
É pela primeira vez na vida, conseguirmos perceber que muita coisa está errada, muita coisa pode ser inaceitável, e no entanto deixarmo-nos levar.
Eu já vi, muitas das «coisas» ( das muitas coisas), que o sobressaltam, que o incomodam, que fazem perder o sono. Eu já vi como ele seria capaz de mudar o mundo, mesmo que ninguém o veja.
Já o vi a lutar pelos interesses dos outros, que não conseguem e dos que não admitem e ao mesmo tempo lutar pelos dele.
Já vi preocupação e indiferença, nos momentos certos e nos errados, e tantas vezes me fez rir ou chorar ( por ele, com ele, a pensar nele)…
vejo-te pelo que ouves, pelo que te fere o olhar, pelas coisas que não dizes( ainda mais do que pelo dizes), por tudo o que negas, pelas respostas pouco definitivas, pela confusão disfarçada de segurança, como pelo medo disfarçado de idiotice.
Pelas coisas tão tuas, que serão sempre só tuas, e pelo que te parece justo partilhar.
Semi-deus…(ainda que não o creias), ainda que me arrependa…!
Ainda que tu não te vejas como eu…e eu te veja mais por tudo aquilo que não és!
Mas sendo-o comigo!

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

(in)suficiente!


E eu á espera que ele me poupasse…
Voltas ao ponto de partida, e tudo do avesso, pelo menos é assim que me parece…
Ou não me digam que eu vim também do avesso, e tudo me parece paranóia.
Posso ouvir gritos, consigo suportar hoje que me acordem com a televisão a estourar, consigo viver com as toalhas no chão, tufos a voar, papéis na mesa espalhados, facturas e recibos, dados parados, com números que não entendo.
Só não vivo com reclamações….
«voa no meu olhar e deixa que eu voe no teu, porque a terra do nunca é quando estou ao pé de ti»
Poderia ter sido…

Mas não era bem isso…é mais um: «deita-te ao meu lado, não faças barulho e entende o meu silêncio».
Não era o que querias?
Percebes agora?
Não admira que tenha um rótulo a pesar onde se lê: « a aventureira que acalmou»…
Como não o fazer?
Pachorra pa vocês, para a Reggio Emillia a esta hora….
Parece que só me salvou a Gina, a dormir no meu peito e a mostrar-me finalmente que se pode dormir com o inimigo sem doer!
Um gato? Porque não uma pessoa!
Agora…podias ter-me poupado, a recordações, dados viciados, histórias mal contadas.
Podias ter sido tu, a acabar com o mito que alimento que conhecendo um se aprende a conhece-los a todos, mas antes preferiste um: «conhece-me uma vez, que é sempre igual».
Vá lá que agora consigo sorrir a pensar nisso…mas antes…
sabes aquelas alturas em que só tu podes determinar a tua condição? a minha hoje grita: basta!
mas para que se saiba, nunca chega isso!

Eu até conseguia ser meiga, afável...e tudo estupidamente romantico!
E depois?
Continuo com medo de me expor…por isso…até quem sabe publique um livro : «as palavras que nunca te direi 2»….
O que quer dizer o que eu digo?
Não é bem tudo ou nada desta vez…
Agora quer dizer: viver sem me importar! e sim, eu chego sempre a essa fronteira...de olhos fechados, até que me puxam!
Achas possível?
Queres fazer as pazes?
Estamos cansados, mas ainda acreditamos um no outro e ainda nos conhecemos disso te garanto….
o resto..o teu resto, serão sempre as «palavras que nunca me dirás».



foto: porque eu não vejo um jardim, vejo a luz e a vida que o habita!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007


três caixas na nossa entrada

e há coisas que tenho cá dentro que não cabem em nenhuma caixinha!


agora sabemos...como o tempo passou sem quase dar por isso!


o kris diz que lamenta...


lamento mais!